Opinião

Não existem “amigos” ou “inimigos” dos servidores, o que move as posições dos vereadores castelenses é a conveniência de momento

A cidade de Castelo do Piauí, não diferente das demais, tem em sua essência de forma muito acentuada, a questão política, e isso é algo bem presente em todos os assuntos que possam promover algum debate. Na semana passada a população estava muito dividida e envolvida em um assunto que era particular a um grupo de pessoas, no caso os servidores municipais, e a gestão pública municipal, porém não faltou os mais diversos julgamentos da opinião pública.

A primeira ação do grupo interessado em promover a segregação foi criar dois grupos inexistentes, o dos “defensores” dos professores (extensivo a todas as categorias de servidores municipais) e dos “inimigos” dessas categorias.

Não se pode rotular a posição de um parlamentar dentro dessa divisão criada, com a intenção clara de querer colocar um grupo de pessoas contra alguns vereadores. Em 2014, um projeto polêmico que tratava da mudança de CLT para estatutário também foi motivo de grande discussão. Os opositores ao então gestor, Zé Maia, teceram várias críticas ao projeto e também buscaram colocar os servidores contra os vereadores favoráveis à época. A maioria desses vereadores que votaram pela mudança de 2014 foram contrários a essa proposta pelo atual prefeito, Magno Soares. A partir disso é possível deduzir que não existem “amigos” ou “inimigos” dos servidores, mas sim parlamentares que movidos por interesses pertinentes ao seu grupo político, votam de acordo com a orientação dos gestores ou em oposição a isso.

O certo é que os dois projetos em questão podem ter pontos positivos e negativos para servidores e gestão e são usados para promover ou derrubar parlamentares, tudo dentro do tema menor, chamado politicagem.

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